El mundo de los periodistas: aspectos teóricos y metodológicos

Fabio Henrique Pereira

Resumen


El artículo se propone discutir la pertinencia de la noción sociológica de "mundo social" aplicada a los estudios de periodismo. Basado en la tradición del interaccionismo simbólico, este concepto es generalmente utilizado para analizar los fenómenos socialmente reconocibles, sin necesidad de estar situados en un espacio institucionalizado. En este caso, se entiende que la comprensión sobre el periodismo no puede limitarse a las prácticas de la producción noticiosa, sino que abarca diferentes esferas sociales. El concepto permite escapar de una visión esencialista sobre el periodismo, situándolo como una realidad socialmente construida a partir de la interacción simbólica entre los diferentes actores.


Palabras clave


periodismo; mundo social; interaccionismo simbólico; transformación; identidad y prácticas

Texto completo:

PDF

Referencias


Adghirni, Z. L. (2002). Jornalismo online e identidade profissional do jornalista. En L. G. Motta (Ed.), Imprensa e Poder (pp. 151–166). Brasília: Editora UnB.

Augey, D., Demers, D., Tétu, J.–F. (Orgs.) (2008). Figures du journalisme. Brésil, Bretagne, France, La Réunion, Mexique, Québec. Québec: pul.

Bahia, J. (1990). Jornal, História e Técnica – as técnicas do jornalismo (4ª ed.). São Paulo: Ática.

Becker, H. S. (1997). Métodos de pesquisa em Ciências Sociais (3ª ed.). São Paulo: Hucitec.

Becker, H. S. (1982). Art worlds. Berkeley & Los Angeles: University of California Press.

Becker, H. S. (2008). Os segredos e truques de pesquisa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores.

Bourdieu, P. (1997). Sobre a Televisão. Río de Janeiro: Jorge Zahar Editores.

Bourdieu, P. (2002). Quéstions de sociologie. París: Les Editions de Minuit.

Boyer, D. & Hannerz, U. (2006). Introduction: Worlds of Journalism. Ethnography, 1 (7), 5–17.

Brin, C., Bonville, J. & Charron, J. (Eds.) (2004). Nature et transformation du journalisme. Théories et recherches empiriques. Québec: Les Presses de L'Université Laval.

Champagne, P. (1993). La vision médiatique. En P. Bourdieu (Ed.), La misère du monde (pp. 95–123). París: Éditions du Seuil.

Champagne, P. (2004). Sur la télévision. En P. Champagne, R. Chartier (Eds.), Pierre Bourdieu et les médias. Rencontres Ina/Sorbonne (pp. 43–51). París: L'Harmattan.

Charron, J. & Bonville, J. (2004). Typologie historique des pratiques journalistiques. En C. Brin, J. Charron & J. Bonville (Eds.), Nature et transformation du journalisme. Théories et recherches empiri–ques (pp. 141–217).Québec: Les Presses de L'Université Laval.

Costa, C. (2005). Pena de aluguel: escritores–jornalistas no Brasil: 1904–2004. São Paulo: Cia das Letras.

Fillion, N. & Le Cam, F. (2007). Documentários e weblogs: uma extensão da identidade editorial jornalística?Comunicação & Espaço Público, 1 e 2, Ano X, 50–68.

Foucault, M. (1969). L'Archéologie du savoir. París: Gallimard.

Gadini, S. L. (2007). Em busca de uma teoria construcionista do jorna–lismo contemporâneo: a notícia entre uma forma singular de conhe–cimento e um mecanismo de construção social da realidade. Revista Famecos, 79–88.

Gilmore, S. (1990). Art worlds: developing the interactionist approach to social organization. En H. S. Becker & M. M. McCall (Eds.), Symbolic interaction and cultural studies (pp. 148–178). Chicago & Londres: The University of Chicago Press.

Hall, S., Chritcher, C., Clarke, J., Jefferson, T. & Roberts, B. (1993). A produção social das notícias: o mugging nos media. En N. Traquina (Ed.), Jornalismo: questões, estórias e "estórias" (pp. 224–248). Lisboa: Vega.

Heritage, J. C. (1991). L'Ethnomethodologie: une approche procédural de l'action et de la communication,Réseaux, 50, 89–123.

Järvinen, M. (2003). Negotiating Strangerhood: interviews with homeless immigrants in Copenhagen, Acta Sociologica, 3 (46), 215–230.

Kunczik, M. (1997). Conceitos de jornalismo: Norte e Sul. São Paulo: EDUSP.

McCall, M. M. & Wittner, J. (1990). The good news about life history. En H. S. Becker & M. M. McCall (Eds.),Symbolic interaction and cultural studies (pp. 46–89). Chicago & Londres: The University of Chicago Press.

Marchetti, D. (2002). Les sous–champs spécialisés du journalisme, Réseaux, 111 , 21–56.

Mead, G. H. (1934). Mind, Self & Society: From the Standpoint of a Social Behaviorist. Chicago: University of Chicago Press.

Merton, R. (1970). Sobre as teorias sociológicas de médio alcance. En R. Merton (Ed.), Sociologia: Teoria e Estrutura (pp. 51–79). São Paulo: Mestre Jou.

Moura, D. O., Adghirni, Z. L., Pereira, F. H., Sant'Anna, F. C. C. M. & Silva, L. M. (2008). Journaliste un jour, journaliste toujours. En D. Augey, F. Demers & J–F. Têtu (Eds.), Figures du Journalisme – Brésil, Bretagne, France, La Réunion, Mexique, Québec (pp. 131–145). Québec: Les Presses de L'Université Laval.

Pena, F. (2005). Teoria do Jornalismo. São Paulo: Editora Contexto.

Pereira, F. H. (2004). A produção jornalística na internet e a construção da identidade profissional do webjornalista. Anais do V Congreso Iberoamericano de Periodismo en Internet.

Pereira, F. H. (2006). Journalistes et attachés de presse à la Présidence de la République au Brésil: intérêts cachés et discours de mythification sur la fonction de la presse. Paper presentado durante la Journée d'étude «Journalisme et démocratie: un contre–pouvoir imaginaire?

Pereira, F. H. (2007a). Jornalismo e Construtivismo: a atividade como realidade socialmente construída, Revista PJ:Br, V. 5. São Paulo. Recuperado el 05/01/2008, de http://www.eca.usp.br/pjbr/arquivos/artigos9_e.htm

Pereira, F. H. (2007b). Jornalistas e assessores: limites e perspectivas para um debate sobre as identidades profissionais. En B. Lopes Filho (Ed.). Gestão em comunicação empresarial–Teoria e técnica (pp. 72–79). Juiz de Fora: Editora UFJF/Produtora de Multimeios da UFJF.

Pereira, F. H. (2008). Os jornalistas–intelectuais no Brasil: identidades, práticas e transformações no mundo social. Tese de doctorado inédita. Programa de Postgrado en Comunicación, Universidade de Brasília.

Ribeiro, J. C. (1994). Sempre Alerta: condições e contradições do tra–balho jornalístico. São Paulo: Brasiliense.

Ringoot, R. & Utard, J.–M. (2005). Genres journalistiques et "dispersion" du journalisme. En R. E. Ringoot & J.–M. Utard (Eds.), Le journalisme en invention. Nouvelles pratiques, nouveaux acteurs (pp. 21–47). Rennes: Presses Universitaires de Rennes.

Ringoot, R. (2006). Por que e como analisar o discurso no contexto dos estudos sobre jornalismo? Comunicação e Espaço Público, 1 e 2, ano IX 133–139.

Ruellan, D. (1993). Le Professionnalisme du Flou. Identité et savoir–faire des journalistes français. Grenoble: Presses Universitaires de Grenoble.

Ruellan, D. (2006). A pesquisa em jornalismo e o interesse público: pensar o corte e a costura. Anais do IV Encontro Nacional de Pes–quisadores de Jornalismo.

Sant'Anna, F. C. C. M. (2005). Mídias das Fontes: o difusor do jornalismo corporativo. Brasília: Casa das Musas.

Schlensiger, P. (1992). Repenser la sociologie du journalisme: Les stratégies de la source d'information et les limites du média–centrisme, Réseaux, 51, 75–98.

Schutz, A. (1967). Collected papers I: The problem of social reality (2ª ed.). Amsterdam: Martinus Nihoff / The Hague.

Sousa, J. P. (2000). As notícias e os seus efeitos. Coimbra: Minerva.

Strauss, A. L., Bucher, R., Ehrlich, D. Sabshin, M. & Schatzman, L. (1964). Psychiatric Ideologies and Institutions. Glencoe: The Free Press.

Strauss, A. L. (1992). Miroirs et masques: une introduction à l'interactionnisme. París: Métailié.

Traquina, N. (1993). As notícias. En N. Traquina (Ed.). Jornalismo: questões, estórias e "estórias" (pp. 167–176). Lisboa: Vega.

Traquina, N. (2001). O Estudo do Jornalismo no Século XX. São Leopoldo: Ed. Unisinos.

Traquina, N. (2005) Teorias do Jornalismo, porque as notícias são como são. (2ª Ed.). Florianópolis: Insular.

Travancas, I. S. (1992). O Mundo dos jornalistas. São Paulo: Summus.

Tredan, O. (2009). Do Weblog aos blogs de adolescentes: itinerário de um percurso de pesquisa sobre a prática do blog pelo público jovem. Communicare, 1, (9), 41–59.


Enlaces refback

  • No hay ningún enlace refback.




Comunicación y Sociedad, Año 14, No. 30, septiembre-diciembre 2017, es una publicación cuatrimestral editada por la Universidad de Guadalajara, a través del Departamento de Estudios de la Comunicación Social, por la División de Estudios de la Cultura, del CUCSH Campus Belenes, Av. Parres Arias #150, Col. Belenes, C.P. 45100, Zapopan, Jalisco, México, Tel. (52-33) 38193362, http://www.comunicacionysociedad.cucsh.udg.mx, comysoc@yahoo.com.mx. Editor responsable: Gabriela Gómez Rodríguez. Reservas de Derechos al Uso Exclusivo 04-2014-120517405800-203, ISSN: 2448-9042, otorgados por el Instituto Nacional del Derecho de Autor. Responsable de la última actualización de este número: Departamento de Estudios de la Comunicación Social, División de Estudios de la Cultura del CUCSH Campus Belenes, Av. Parres Arias # 150, Col. Belenes, C.P. 45100. Zapopan, Jalisco, México, Dra. Gabriela Gómez Rodríguez. Fecha de la última modificación 29 de agosto de 2017.

Las opiniones expresadas por los autores no necesariamente reflejan la postura del editor de la publicación.

Queda estrictamente prohibida la reproducción total o parcial de los contenidos e imágenes de la publicación sin previa autorización de la Universidad de Guadalajara.